A necessidade de profissionais da área de Engenharia de Alimentos é cada vez maior, como pode ser visto nos dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentação – ABIA:
»» O setor de indústrias de alimentação (produtos alimentares + bebidas) respondeu por 9,6% do PIB, em 2002;
»» Representando 18,7% dos empregos da indústria da transformação, com 947 mil postos em 36.800 indústrias.
É devido à atuação do profissional Engenheiro de Alimentos que a população pode contar com tantas inovações no setor de alimentos: sopa em copinho, lasanha em caixinhas (sem refrigeração!), feijão pronto para consumo (e fora da geladeira!)... produtos com sabores e aparências tão diversas! E tudo isso e ainda mais: produtos com formulações para dietas especiais, maior teor de vitaminas e fibras, e processos que mantêm as características nutritivas das matérias-primas!
É também devido a esse profissional, que domina conhecimentos biológicos, de engenharia e da área de humanas, que as matérias-primas vegetais e animais podem ser racionalmente e eficientemente utilizadas, dando origem a produtos de maior vida de prateleira, o que possibilita a regulagem da oferta dos alimentos.
Deve-se lembrar ainda que esse profissional colabora para a redução de problemas de saúde, uma vez que está apto a garantir o processamento de alimentos seguros.
É uma modalidade de Engenharia, tratando-se de uma área de conhecimento específica, capaz de englobar todos os elementos relacionados com a industrialização de alimentos, e que pode, através do profissional com esta formação, potencializar o desenvolvimento deste ramo em todos os níveis; seja na formação de profissionais, no subsídio à elaboração de políticas, nos projetos de pesquisa, na atuação dentro das empresas do setor, como na colaboração à preservação da saúde pública (normatização técnica, orientação e fiscalização).
Atualmente, a profissão de Engenheiro de Alimentos está muito difundida, principalmente nos países mais industrializados, onde desempenha cada vez mais atividades relacionadas com excelência. Há que se ressaltar ainda que, no caso desses países, existem muitas oportunidades de intercâmbio com o Brasil, possibilitando o contato com tecnologias de ponta, para posterior adaptação e aplicação às nossas condições.
As conquistas são fruto do trabalho desenvolvido no curso, que se distingue pelas atividades desenvolvidas pelos alunos, abordando produtos e processos. Conta com uma estrutura física composta por laboratórios e usinas, acessível a todos os alunos do curso, onde realizam suas atividades práticas e de pesquisa. As atividades de pesquisa culminam com a publicação de seus resultados em Congressos de Iniciação Científica.
Além dessas atividades, o aluno realiza estágios supervisionados em indústrias alimentícias, sendo alta a taxa de efetivação de nossos estagiários pelas empresas concedentes do estágio. Ao final do curso, o aluno realiza seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), sob orientação de professores, aplicando os conhecimentos adquiridos anteriormente.
Assim, o Curso de Engenharia de Alimentos orgulha-se de seus formandos, ciente da grande responsabilidade de sua tarefa!