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CRIAÇÃO

A experiência da FEB em avaliação institucional, que nos remete ao ano de 1999, vem criando uma cultura de avaliação como processo permanente e necessário à melhoria constante de sua qualidade.  

A auto-avaliação vem sendo percebida  como processo contínuo que favorece  o conhecimento da própria realidade da IES e o significado do conjunto de suas atividades para melhorar a qualidade educativa, orientar sua expansão de oferta e alcançar maior relevância social,

Coerentemente com isso, a FEB optou por participar do processo de avaliação das instituições de ensino superior, instituído pelo “Sistema Nacional De Avaliação Da Educação Superior”- SINAES - ( lei nº 10.861 de 14 de abril de 2004), criando em 2004 sua “Comissão Própria de Avaliação”.

ATRIBUIÇÕES

Condução dos processos de avaliação internos da instituição;
Sistematização das informações;

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

PLANEJAMENTO: elaboração da proposta do projeto de auto-avaliação;

SENSIBILIZAÇÃO: realização de reuniões e palestras com os membros do conselho diretor, coordenadores, professores e funcionários técnico-administrativos; fixação de faixas e distribuição de folders a toda a comunidade acadêmica; divulgação no site da IES das reuniões e do próprio processo avaliativo.

CONSTRUÇÃO dos Instrumentos de Avaliação que, envolveram as seguintes dimensões: missão e PDI; políticas para o ensino, pesquisa e a extensão; responsabilidade social; comunicação com a sociedade; políticas de pessoal; organização e gestão; infra-estrutura; planejamento e avaliação; políticas de atendimento aos estudantes e egressos; sustentabilidade financeira.

APLICAÇÃO dos questionários aos alunos, professores, coordenadores, funcionários técnico-administrativos, alunos de pós –graduação, egressos e usuários dos diferentes serviços prestados pela FEB;

ANÁLISE e sistematização dos dados coletados;

LEVANTAMENTO das FRAGILIDADES e POTENCIALIDADES da IES;

ELABORAÇÃO dos relatórios parciais de cada segmento envolvido no processo;

ELABORAÇÃO dos relatórios parciais de cursos;

ELABORAÇÃO do RELATÓRIO FINAL;

ENCAMINHAMENTO do RELATÓRIO FINAL aos dirigentes (DIREÇÂO GERAL E CONSELHO DIRETOR).

ENCAMINHAMENTO dos relatórios de curso aos respectivos coordenadores;

CONSTRUÇÃO do instrumento de avaliação das disciplinas ministradas nos diferentes cursos da FEB.

CONSIDERAÇÕES

O exercício da Auto-avaliação desenvolvida até o momento foi extremamente benéfico, cumprindo suas finalidades quando identificou fragilidades e potencialidades da IES nas 10 Dimensões previstas em lei, e que ao revelar a realidade da IES se constituiu em um instrumento importante para a tomada imediata de decisões e ações que tiveram reflexos positivos no clima Institucional em geral, e que, certamente, fortaleceram a crença de que sem a avaliação a caminhada é cega e desfocada.

Certamente, a apreciação de especialistas externos à IES contribuirá para o auto-conhecimento e aperfeiçoamento das atividades desenvolvidas pela IES, trazendo subsídios importantes para a regulação e a formulação de políticas educacionais, identificando acertos e equívocos da avaliação interna, apontando fortalezas e debilidades institucionais, enfim, apresentando críticas e sugestões de melhoramento ou de providências a serem tomadas, tornando o processo mais fundamentado, completo e rigoroso.

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